6 dicas para potencializar o seu manejo de pastagem.

Ter uma pastagem de qualidade produtiva e nutricional para o rebanho é um dos principais objetivos dos pecuaristas. Criar gado no campo que é capaz de suprir as exigências nutricional como na qualidade e na quantidade é um fator que determina a produtividade do animal.

Para que isso aconteça, é preciso estabelecer um manejo de pastagem que favoreça a conservação da área, das pastagens com também levar em conta as especificidades do rebanho.

No Brasil, cuidar das pastagens e da produtividade da pecuária de corte e ou leiteira é uma questão de segurança alimentar, já que o país, por conta de sua extensa área de pastagem, desponta como um dos principais responsáveis pela crescente demanda por proteína animal, da população que deve chegar até 9 bilhões de pessoas em todo o mundo até 2050.

Confira as nossas dicas para você alcançar ainda mais lucratividade na sua propriedade:

1. Amostragem do solo:

Como já mencionamos, o planejamento de pastagem para o gado deve considerar as particularidades da propriedade e dos animais. 

É importante que sejam levantadas as características da região e da área a ser plantada, a fim de identificar informações que são determinantes para o manejo de pastagem, como a estrutura do solo, regime pluviométrico, ocorrência de pragas, temperatura, luminosidade, fertilidade, entre outros. 

Caso essa etapa seja ignorada, a forrageira escolhida pode não se adequar às limitações da área de plantio.

2. Adubos e fertilizantes: 

Assim como o boi, o solo também deve ser nutrido. Por isso a importância da análise de solo, ela é o diagnóstico do que será recomendado na área do plantio. 

Para fazer corretamente o manejo, procure a orientação de um profissional, trace uma boa estratégia e veja quais os tipos de adubos e fertilizantes que deverão ser aplicados em seu solo pois cada planta possui uma necessidade nutricional, para uma maior produção de forragem em com maiores valores nutricionais. 

O produto escolhido pode variar de acordo com a época do ano e do estado da pastagem.

Lembrando sempre que é de extrema importância para bons resultados, prezar pela qualidade e tecnologia do produto.

3. Escolha uma forrageira adequada:

Antes de tudo, lembre-se que existem diversas espécies no mercado, cada uma com nutrientes e objetivos diferentes. 

Antes de decidir-se, entre em contato com um profissional para que este te oriente com a indicação correta de acordo com seus objetivos, condições disponíveis e a que melhor se adapta às condições ambientais da região. 

Os bovinos preferem forrageiras com muitas folhas e poucos colmos, porque elas facilitam a bocada, mastigação e digestão. São essas folhas que alimentam e garantem maior ganho de peso ao animal. 

Muitas forrageiras proporcionam boa palatabilidade, bons resultados nutricionais e produtivos.    

Com relação as Brachiarias podemos contar com: Piatã, Marandu, Xaraes e a Paiaguas,  seguidas com a  Decumbens, e a  Humidícola .

Já entre os Panicuns o Mombaça, Massai, Zuri, Tamani e Tanzânia, possuem alto teor proteico e excelente digestibilidade, além de ser resistente à cigarrinha das pastagens.

Além de todas essas cultivares mencionadas, a Sementes Gasparim oferece também a forrageira mais semeadas no país: Brachiaria brizantha. 

Esta possui resistência às cigarrinhas típicas de pastagem, além de oferecer uma alta produtividade e uma boa capacidade de rebrota. 

4. Cuidado com a semeadura:

A forma de semear é variável, mas uma coisa todas elas têm em comum: devem ser cobertas após o plantio ou, ao menos, deve ser usado o rolo compactador, pois a taxa de sucesso na germinação de sementes enterradas é relevantemente maior em comparação com aquelas que são jogadas na superfície do solo.

A semente da forrageira escolhida deve ser saudável e livre de contaminação, por isso, sempre garanta que o fornecedor da cultivar tenha um eficiente controle de qualidade do produto e que promova boa lucratividade para o pasto

5. O primeiro pastejo:

No primeiro pastejo o objetivo é uniformizar o pasto, ou seja, estimular a eliminação da brotação das pontas do alto das folhas e estimular o crescimento das bases, permitindo assim maior crescimento de brotos, garantindo uma pastagem mais rigorosa além de uma melhora na cobertura do solo.  

Ao antecipar a utilização da forragem, os animais aproveitam melhor o alto valor nutritivo do pasto. A orientação é que o piquete receba o rebanho entre 60 a 90 dias após o plantio.

6. Controle de pragas:

Ao identificar qualquer tipo de pragas no pasto, você deve agir rápido!

  Uma vez comprometida, a região torna-se improdutiva e leva muito tempo para poder se recuperar, sem falar que muitos dos parasitas podem prejudicar o gado. 

Portanto, lembre-se: ao menor sinal de pragas no pasto, foque imediatamente no controle.

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